segunda-feira, 9 de junho de 2014

A dor da perda X O alívio da recuperação

Por Phillipe F. Marques
A vida nos reserva cada situação que nem sequer podemos adivinhar o que vai acontecer, muitos acreditam que tudo está escrito nas estrelas, outros que tudo é devido ao seu estilo de vida, mas a verdade é que não tem explicação para isso. Quando vemos uma tragédia na televisão a maioria pensa como que a família das vítimas vão superar a dor da perda de seu ente querido, mas muitos nem pensam que aquilo ou qualquer outra situação pode acontecer em sua própria família. Mas quando acontece, o que fazer o que falar, enfim o que? Se perdermos um ente querido choramos, desesperamos, rezamos, oramos e lembramos-nos dele sempre da melhor forma possível, é uma dor que cicatriza mas que sempre esta presente no dia a dia. E quando existe a possibilidade da sobrevivência? Da mesma forma que choramos, desesperamos, rezamos e oramos, nós fazemos tudo isso da mesma forma, a diferença é que ao invés de estarmos tristes estamos aliviados naquele momento por termos mais dias, meses ou anos com aquela pessoa. Essa dor ou alívio que sentimos no final é praticamente o mesmo sentimento que se aflora para qualquer um dos lados, uma tragédia anunciada pela televisão ou um problema familiar dói da mesma forma em qualquer uma das famílias envolvidas. Não existe fórmula para deixarmos de ficar tristes ou deixar o alivio de lado, o que existe é nada além do que um dia depois do outro levantando a cabeça, lembrando do que foi bom um dia ou então pedindo para que tenhamos mais “vários” momentos inesquecíveis com as pessoas que amamos. (Phillipe F. Marques, empresário da área de comunicação, membro da Ordem DeMolay e membro fundador e diretor de relacionamento com o associado da APP Goiás - http://marquesmarketing.com.br/blog / contato@marquesmarketing.com.br)

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