quarta-feira, 11 de junho de 2014

Agora, somos todos um só

Por Orimar de Bastos
Permita-me o amigo Batista Custódio, que nesta minha crônica de hoje, adentre na seara de sua competente equipe de esportes e faça, na minha ótica, uma pequena pincelada dentro daquilo em que me foi o inicio de uma carreira jornalística que não deslanchou por motivo de minha formação acadêmica e o seguimento de uma carreira dentro do Poder Judiciário. Na verdade comecei como cronista esportivo junto ao Diário da Manhã com a equipe de Lisita Junior, o qual me deu uma certa experiência jornalística, neste setor. Fiquei por muitos anos, afastado das lides do escrever, por motivo de estar residindo em cidades do interior e de vez em quando, botava alguma coisinha para fora, com um pseudônimo de uma amiga Natanry, o qual escriva de traz pra frente – YRNATAN. Pois bem, na frase que serve de titulo da presente, é bem atualizada, principalmente nos meios esportivos, em virtude da chegada da Copa do Mundo e a participação do nosso querido Brasil. Muitos não queriam a realização de tal campeonato em nossas plagas, havendo movimentos contrários em várias capitais, em vista dos gastos aviltantes com construções e reformas de nossos Estádios. Na verdade, houve muita corrupção nestas construções e agora, no apagar das luzes, é inarredável a realização da Copa em nosso Território. E a nossa seleção, pode até não ser uma das melhores, mas, pelo visto, dá “pra quebrar o galho”, e pode crer, não vamos, também, ficar numa torcida de quebra de aparelhos de TV, ou mesmo ter “chiliques” por causa dos nossos jogos, torcendo metodicamente e não quebrando a cabeça. A seleção é ruim? Nem tanto. Existem nela alguns jogadores de grande valor e que poderão desequilibrar os adversários em alguns jogos. O que fazer? Lógico, torcer com moderação. Não adianta descabelar, meu cara pálida querido, porque é segurar a barra e ver o que pode dar. Se avançarmos alguns jogos, muito bom. Se avançarmos mais jogos, melhor ainda. Se chegarmos a final, ótimo. Vamos vestir a camisa verde e amarela, entrelaçando nossos corações em torno desta nossa Seleção, esquecendo as cores dos clubes e de jogadores que não foram convocados. Assim, não adianta chorar. É ter o pensamento positivo e seguir, portanto o jargão que vem sendo colocado pela mídia brasileira e repetido todos os dias: AGORA, SOMOS TODOS UM SÓ. E viva o Brasil.

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