terça-feira, 3 de junho de 2014

O rolo compressor da Monarquia Ditatorial petista sobre o Ministro Joaquim Barbosa, presidente do STF

Por Geraldo Branquinho
Preâmbulo da Constituição da Republica Federativa do Brasil: “Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembleia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL”. Eles, os atuais detentores do poder prometeram, mas não cumpriram e nem cumprirão, o que está determinado no preâmbulo constitucional. Os poderes da República são tripartites, e devem ser geridos como preceitua o artigo 2º da Constituição Federal: “São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.”. Deveriam ser assim, mas não funcionam da forma idealizada pelos constitucionalistas e aprovada pelos constituintes, porque de fato tais poderes sempre foram e são promíscuos. Quem determina as regras do jogo nos três poderes da República são os membros da elite governante. São aqueles políticos mentores de alianças espúrias e antidemocráticas. Eles não representam o governo – do povo, para o povo e pelo povo – e nunca representaram. Governam em defesa dos próprios interesses, os quais estão claramente explícitos nos valores superfaturados e na péssima qualidade das obras públicas inauguradas e apresentadas à imprensa. Nunca mostram as “obras” que jamais começaram, embora a verba tenha ido para o esgoto. Muitas outras foram iniciadas e jamais serão concluídas, e o dinheiro teve o mesmo fim. Estas são ocultas à imprensa. Desde os primórdios da nossa República tais poderes sempre foram interdependentes e desarmoniosos, embora entrelaçados, em que os anseios de alguns dos componentes de cada poder constitucional foram resolvidos em troca de favores e servidão pessoal, embora o bem negociado seja público e da Nação, que nunca é consultada. Esses comportamentos são resultantes dos transtornos da personalidade mutante dos tais. Os indivíduos aviltam-se nos diferentes episódios e facetas de cada caso, por cada nomeação, por cada negócio. Recintos públicos se convertem em teatros montados, com a plateia e o grupo de atores sob os holofotes da mídia. As palavras ensaiadas e entoadas por cada ator são reflexos dos trajes teatrais, negros, principescos, como os dos cardeais da poderosa Igreja Católica Apostólica Romana, embora os destes sejam escarlates. Os primeiros a semelhança dos segundos, são inacessíveis à população, porque se tornaram deuses, aliás, semideuses. Atualmente, eles têm o deus único que usava barbicha e não usa mais. Depois que desceu do trono, ele se tornou uma cópia do Cardeal de Richelieu, Primeiro Ministro de Luís XIII, rei da França. Aquele ditava as ordens e este as cumpria. No Brasil, o ex-ocupante do trono tornou-se uma cópia brasileira cardealina. Atualmente se apresenta sem barbicha a ordenar a deusa como governar os fiéis seguidores, os seus filhos, que infiéis vão se tornando. Os milagres prometidos a eles não aconteceram e o povo se revoltou, porque o reino celestial está cheio de crateras e muita podridão, fede muito, e vai virar o inferno bíblico, embora a Nação esteja viva, amedrontada e faminta. A cópia do Cardeal de Richelieu e a deusa-rainha ocupante do trono, que reina, mas desgoverna, afundaram o Brasil em dívidas e comprometeram o crescimento do PIB e o futuro da Nação. O presidente afro-americano deu projeção internacional a quem não deveria e nem merecia, com a seguinte frase: “Este é o cara!”. E o “cara” a sujou no brejo que criou. Consequência: a poupança da Nação, por ser afundada no lamaçal e estando o cofre vazio, o Brasil parou, estacionou, ficou de muletas e endividado. E eles continuam mentindo para se justificarem, mas o povo acordou porque se cansou do blábláblá. Lula admira e venera o ditador Fidel Castro, o seu conselheiro. Tornou-se amigo do cruel ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, mais arrogante que o professor e mestre por ele denominado Comandante Chaves. Os poderes constitucionalmente estabelecidos no Brasil, independentes e harmônicos entre si, já se tornaram em um único poder, embora inconstitucionalmente e informalmente, lastreado nas trocas de favores pessoais entre membros corporativos de cada poder, com imensos e incalculáveis prejuízos para a Nação brasileira. Causada a desgraça, e tendo como exemplos, Cuba, Venezuela e Argentina, não haverá retorno à verdadeira democracia sem derramamento de sangue. Com o andar da carruagem, em poucos anos o Brasil se tornará mais uma República Popular a moda bolivariana com o “Cara” assentado no trono, sem máscara e com cara de Capitão do Mato a perseguir e aterrorizar os novos escravos que se recusarem a cumprir os seus atos ditatoriais. Como negro-servos se tornarão: os brancos, os pardos, os mamelucos, os indígenas, os descendentes de asiáticos e de árabes, qualquer ser humano discordante e sem direito de opinar. Esta república bolivariana brasileira é semente que já brotou, é a nascente que vai aumentando gradativamente, porque está sendo inflada pelo blábláblá do seu mentor cardeal, mas não como república, e sim, com o “novo e atual engenho de cana”, com milhões de escravos multirraciais. Esta conformação, ao se analisar o teor da reportagem de Mariana Oliveira, do G1, em Brasília, está anunciada pelas frases profetizadas pelo idiota petista Sérvolo de Oliveira Silva – ele próprio assim se declarou –, tendo como alvo e vítima o Presidente do Supremo Tribunal Federal, Ministro Joaquim Barbosa, as quais se transcrevem: “... traidor filho da p...”; “tirem as patas dos nossos heróis” (referência aos presos do processo do Mensalão do PT). “Joaquim Barbosa, seu desgraçado, você vai morrer de câncer ou com um tiro na cabeça. E quem vai mandar fazer isso são seus ‘amigos’, são os senhores do novo engenho, seu capitão do mato”, diz o post. Este indivíduo, como o próprio nome indica (Sérvolo) e como ele se qualifica e age, é um servo cego do PT, capaz de cometer qualquer desatino. São milhões de desatinados que estão hipnotizados pelo blábláblá, arquitetado, estudado, treinado e expressado em frente de espelhos pelo “Cara”. Atualmente, o Supremo Tribunal Federal é composto pelos seguintes ministros, por ordem de nomeação: 1º) José Celso de Melo Filho, nomeado em 1989 por José Sarney; 2º) Marco Aurélio Mendes de Farias Mello, nomeado em 1990 por Fernando Color de Mello; 3º) Gilmar Ferreira Mendes, nomeado em 2002 por Fernando Henrique Cardoso; 4º) Joaquim Benedito Barbosa Gomes, nomeado em 2003 por Luiz Inácio Lula da Silva; 5º) Enrique Ricardo Lewandowski, nomeado em 2006 por Luiz Inácio Lula da Silva; 6º) Carmen Lúcia Antunes Rocha, nomeada em 2006 por Luiz Inácio Lula da Silva; 7º) José Antônio Dias Toffoli, nomeado em 2009 por Luiz Inácio Lula da Silva; 8º) Luiz Fux, nomeado em 2011 por Dilma Rousseff; 9º) Rosa Maria Weber Candiota da Rosa, nomeada em 2011 por Dilma Rousseff; 10º) Teori Albino Zavascki, nomeado em 2012 por Dilma Rousseff; 11º) Luís Roberto Barroso, nomeado em 2013 por Dilma Rousseff. Somente três desses ministros não foram nomeados pelo governo do PT. Dos oito nomeados por este partido, somente dois demonstraram total independência: Joaquim Barbosa e Luís Fux. Se não houver mudança de rumos, tardiamente o Brasil chorará, tendo como exemplos a Argentina e a Venezuela, que se submeteram ao blábláblá dos mentirosos governantes, e que, atualmente, choram curvados sob a pressão de baionetas, bombas de gás lacrimogênio e tiros de fuzis. As respectivas supremas cortes de justiça estão Igualmente curvadas, submissas aos tiranos. O caráter de qualquer ser humano não pode ser alterado e moldado por pressões ou ameaças e muito menos pelos favores resultantes de nomeações em cargos públicos. O servidor público é servidor da Nação, não de criminosos. Não podem se tornar servos porque não há troca de favores quando o servidor é concursado e nomeado em cargo de carreira. Diferente é o caso de Sérvolo, que se autodenominou idiota, porque efetivamente assim já era. Ele se tornou servo como soldado do mato dos novos senhores de engenho. Estes não são capitães do mato, e sim, generais na escuridão, em conversações secretas e não confidenciáveis. Eles são os atuais donos do poder nacional a meio caminho de se consolidar em regime de ditadura democrática. Se vencerem as próximas eleições, pelos votos dos eleitores que têm bons olhos, mas não enxergam o que veem, e bons ouvidos, embora surdos à verdade, a democracia brasileira vai virar o inferno bíblico. Com o novo engenho de cana consolidado, a República Popular Bolivariana Brasileira dominará por força das armas uma legião de milhões de escravos multirraciais. As próximas eleições podem neutralizar os planos do governo atual. Eleitores tornem-se como este negro de alma branca, alvíssima; sejam honrados e nobres brasileiros, como de direito e de fato é o ilustre senhor Ministro, Joaquim Benedito Barbosa Gomes, Presidente do Supremo Tribunal Federal. Não sejam como alguns dos ocupantes das poltronas deste tribunal. Não tenham medo dos atuais senhores, os que são donos do novo engenho de cana construído com mentiras deslavadas, o qual se consolidará com o poder escravagista denunciado por Sérvolo. Se tiverem temor, servo-escravos serão e viverão de migalhas, enquanto os senhores do novo engenho de cana se tornarão multibilionários, porque milionários já são. (Geraldo Branquinho, economista, filiado a ADESG – Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, onde fez cursos de Segurança Nacional e Desenvolvimento, na década de 700

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